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Samuel Rocha construiu sua trajetória na comunicação desde cedo. Rádio, TV, cinema, produção audiovisual. Por fora, o crescimento era visível. Por dentro, a exaustão era absoluta.
Uma carreira forjada na pressão da entrega e na repetição do automático, até que o interior transbordou.
“Eu não saí para me reinventar. Eu saí para me salvar.”
Não foi uma escolha estratégica. Foi um ato de sobrevivência. A decisão de parar tudo para não se perder de vez.
“Eu não queria sucesso. Eu queria paz.”
“Às vezes, parar é sobreviver.”
“O silêncio começou a me reconstruir.”